A modernidade instaura a pluralização de visões do mundo.
O diferente, que sempre existiu, reivindica seu direito de existir com liberdade. Um novo paradigma acontece dando espaço para diferentes cosmovisões, sejam elas ligadas ou não ao religioso. Assim a pluralização da religião não é um fenômeno isolado, mas concomitante com as visões de mundo em geral.

O grande desafio no campo religioso é a convivência plural, ultrapassando o coexistir mergulhado na competição. A convivência com o outro nos abre o caminho da partilha da experiência e da comunhão rumo a uma sociedade mais justa.

É preciso abraçar uma proposta dialógica que pressupõe uma postura de alteridade, única capaz de gerar um diálogo de respeito à diversidade. Sem alteridade não há diálogo.

A Declaração dos Direitos da Criança afirma que “as crianças têm o direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade” e o Ensino Religioso é, espaço escolar, lugar privilegiado para que os educandos vivenciem a igualdade na pluralidade.

 

 

   
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