KUNG, Hans. Religiões do mundo: em busca dos pontos comuns. Campinas, São Paulo:
Verus Editora, 2004.

Ao longo de 283 páginas, o autor procura introduzir-nos numa viagem ao mundo "fascinante, misterioso e complexo" das grandes religiões. O autor fornece
informações básicas para entender o mundo das religiões, distinguindo três grandes correntes: as religiões originárias da Índia (Hinduísmo e Budismo); as religiões originárias da China (Confucionismo e Taoísmo); as religiões originárias do Médio Oriente (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo).

CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Manual da Campanha da Fraternidade 2007: Vida e missão neste chão. Fraternidade e Amazônia.
Brasília/SP, edições CNBB e Salesiana, 2007.

 

 


ARRABAL, JOSE. ARAUJO, Daniel. Cacuí, o curumim encantado. Editora Paulinas.

O curumin encantado emergiu das lembranças das águas dos rios Negro e Branco, da força da floresta, da imensidão da Amazônia... Dos tons ocre de terra ao vermelho ferruginoso, o ilustrador Daniel Araújo deu movimento às fantasias de Arrabal. As ilustrações de traço a nanquim e colorido a aquarela foram pensadas como se a história, um dia, fosse virar filme. O enquadramento dos desenhos segue a lógica cinematográfica, de animação. A lua se divide em tirinhas, cada qual uma fase, como numa película. Com seus cavalos alados, Cacuí e outros curumins cortam o infinito num vôo alto.

TADA, Cecília. MATA Raimundo. Amazônia, desafios e perspectivas para a missão. Editora Paulinas.

A Amazônia necessita passar por profundas mudanças para vir a ser a que almejamos. Pelo bem dela e do mundo, precisamos de solidariedade e união em um grande mutirão missionário


PANASIEWICZ Roberlei. Pluralismo religioso contemporâneo: Diálogo inter-religioso na teologia de Claude Geffré. Editora Paulinas.

Surgida a partir de uma tese de doutorado em Ciências da Religião, esta obra pretende enfrentar o desafio do pluralismo religioso contemporâneo à luz das sugestões oferecidas pela teologia de Claude Geffré.
Na primeira parte, o leitor é introduzido à perspectiva hermenêutica de Geffré. A teologia desse pensador católico busca uma linguagem que fale humanamente de Deus; para isso, quer superar a teologia dogmática tradicional. Na segunda parte, o autor expõe as conseqüências dessa mentalidade para a teologia das religiões: repropõe o pluralismo religioso como desígnio de Deus, esclarece a dimensão cristológica que vê Jesus como universal concreto e recoloca em novos parâmetros a perspectiva eclesiológica da missão e a concepção de verdade. Trata-se de um sério esforço por apresentar uma teologia do pluralismo religioso.

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